O ano da misericórdia influencia nossa maneira de conduzir o grupo de catequizandos. Inspira-nos a exercer a maternidade/paternidade como característica própria do Pai de Jesus e nosso.

Na leitura do Evangelho seremos mais atentos às passagens que apresentam Jesus como o Bom Pastor. A atitude dele de sair em busca daquele que se perdera, assim como acontece com a graça que antecede nossa conversão, faz que sejamos solícitos e atentos com aqueles(as) que nos foram confiados.

Imitemos as atitudes do Bom Pastor que cuida das ovelhas: dirige-se aos pobres, aos leprosos, aos cegos, aos paralíticos, aos atormentados, aos epiléticos… a misericórdia se expressa na caridade benigna que se curva ante a indigência do outro. Quanto mais exercitarmos a caridade do Pastor, mais próximos estaremos da misericórdia do Pai. Então, “a tua justiça irá à tua frente, e a glória do Senhor atrás de ti. Então invocarás o Senhor e ele te atenderá, pedirás auxílio e te dirá: ‘Aqui estou!’. Se repartires o teu pão com o faminto e matares a fome ao pobre, a tua luz brilhará na escuridão, e as tuas trevas tornar-se-ão como o meio-dia” (Is 58,8-9a.10).